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Quem é a CPI/AC

Quem é a CPI/AC
História da CPI/AC
Centro de Formação dos Povos da Floresta
Centro de Documentação e Pesquisa Indígena
O Incentivo as Línguas Índígenas
A Formação de Professores, Agentes de Saúde e Agentes Agroflorestais Indígenas

Equipe


foto Sede CPI/AC

Missão: Apoiar os povos indígenas do Acre em algumas de suas lutas pela conquista e o exercício de direitos coletivos – territoriais, lingüísticos, sócio-culturais – por meio de ações que articulem a gestão territorial e ambiental das terras indígenas, a educação intercultural e bilíngüe e as politicas públicas.

Expertise: educação intercultural diferenciada e gestão territorial - o acúmulo e a continuidade da metodologia da experiência de autoria;
participação indígena nos programas e projetos;
línguas indígenas;
produção cultural indígena;
presença da equipe técnica CPI/Ac em Terras Indígenas;
ações dos programas e projetos inspiraram a definição de políticas públicas.


População Indigena:
A CPI/Acre é parceira e trabalha com 8 povos em 17 Terras Indígenas.

Povos da família lingüística Pano: Huni Kui, Shawadawa, Katukina, Yawanawa, Nukini, Poyanawa.

Povos da família lingüística Aruak: Asheninka e Manchineri

.Municípios: Tarauacá, Jordão, Feijó, Marechal Taumaturgo, Porto Walter, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Assis Brasil, Santa Rosa do Purus.

Atuação da CPI em TIs

Clique aqui para ver o .pdf

Equipe: 17 membros (entre a coordenação, equipe de assessores técnicos, administrativo e financeiro, serviços gerais); 9 conselheiros; 12 consultores (contratos temporários ou pontuais).

O que fazemos: As ações da CPI/Ac envolvem temáticas específicas: cultura, línguas, história, agricultura e meio ambiente, educação indígena, saúde, sustentabilidade etc, de forma a:

Apoiar lideranças indígenas, suas associações e comunidades a incidirem nas comunidades do entorno das TIs, influenciando consensos sobre a gestão territorial e ambiental, o acesso a créditos, em oposição ao modelo de produção com desmate.

Acompanhar a vigilância das TIs, de modo a inibir o crescimento das invasões, a partir do esgotamento de recursos naturais do entorno;
Acompanhar alguns projetos de desenvolvimento e infra-estrutura com impactos desagregadores de comunidades tradicionais: estradas, hidrelétricas, biocombustíveis, petróleo, mineração;

Propor, junto às associações e comunidades indígenas, ações positivas como política de fronteira - sistema de ocupação na fronteira do Peru -, minimizando as tensões e conflitos;

Intervir em questões fronteiriças relativas aos impactos da exploração ilegal de madeira em curso, em terras indígenas do território brasileiro, e à entrada de povos indígenas isolados nas cabeceiras dos formadores do alto rio Juruá, visando minimizar os impactos;

Estudar modelos de desenvolvimento e geração de renda para índios e extrativistas em oposição à cadeia empresarial da madeira e da pecuária;

Divulgar a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e outros textos legais importantes, tornando-os acessíveis entre lideranças, comunidades, com a mediação de professores e agentes agroflorestais indígenas, de modo a impedir ações que venham a causar impactos sobre seus territórios e formas de vida;

Dar continuidade à política de editoração e distribuição dos materiais de autoria em parceria com seus autores, levando em conta seus direitos autorais: organização e a edição de literatura didática, paradidática e científica em línguas indígenas e em português, a partir dos conhecimentos formulados pelos indígenas (agentes agroflorestais, alunos e professores indígenas) e pelos seus colaboradores; a divulgação, em meios educativos, culturais e acadêmicos, dos documentos, imagens, vídeos, fotos e livros do acervo da CPI/AC, gerados pela pesquisa indígena e não indígena.

Dar continuidade e ampliação à formação dos agentes agroflorestais indígenas, para que possam coordenar e promover ações de forma cada vez mais articulada às suas comunidades, ao entorno e às políticas públicas.

 

 

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