Publicações
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Aprendendo com a natureza – e conservando nossos conhecimentos tradicionais
Elaborado a partir de discussões e reflexões sobre temas de interesse de representantes indígenas, lideranças, professores, agentes agroflorestais, agentes de saúde, o livro teve como material de apoio o primeiro Resumo Explicativo do Zoneamento Ecológico Econômico- ZEE. A intenção é trabalhar com a gestão territorial e ambiental, o uso dos recursos naturais e a relação das populações indígenas com o meio ambiente ao longo da sua história, por meio dos conhecimentos dos diversos povos indígenas do Acre.
128 páginas, publicação em língua portuguesa, 2006
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Nixi Pae - O espírito da floresta
Yuxibu Exeika passou para seu filho, Yuxibu Jibóia, o conhecimento sobre o cipó e suas cantorias, cantadas até hoje, pelo povo Huni Kui. Fruto de uma pesquisa iniciada em 1999, pelo professor Isaías Ibã Kaxinawá, este livro trata sobre essas cantigas relacionadas à bebida do cipó, usadas na festa do pajé, ou em trabalhos de cura.
96 páginas, publicação em língua indígena kaxinawá/ hãtxa kui, 2006
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Plano de Gestão Ashaninka
O livro “Plano de Gestão Ashaninka” traz os acordos e as intenções elaboradas pela comunidade Ashaninka do rio Amônea. Esses acordos se referem a diversas temáticas como o uso dos recursos naturais (caça, pesca e plantas), planejamento da aldeia, saúde, vigilância e fiscalização, relação com o entorno, entre outras.
84 páginas, publicação em língua portuguesa e em língua Ashaninka, 2007
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Plano de Gestão Terra Indígena Kaxinawá e Ashaninka do Rio Breu
Os Planos de Gestão vêm sendo construídos nos últimos anos pelos próprios índios, durante as oficinas de etnomapeamento que a CPI/AC vem realizando junto com as organizações indígenas. Esta publicação é resultado de um acordo entre a comunidade, sobre como os indígenas vão cuidar da terra, usar os recursos naturais, se relacionar com os vizinhos, trabalhar com o entorno e trazer um desenvolvimento que beneficie a todos.
68 páginas, publicação em língua portuguesa e em língua Kaxinawá, 2007
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Huni Meka - Cantos do Nixi Pae
O livro Huni Meka, cantos do Nixi Pae, conhecido também como ritual do cipó, faz parte do trabalho de pesquisa que vem sendo realizado por alguns professores sobre as tradições musicais do povo Huni Kui, ou Gente Verdadeira. Em sua maior parte, este livro está escrito em hãtxa kui, ou Língua Verdadeira, uma das nove línguas da família Pano existentes no Acre.
114 páginas, publicação em língua indígena kaxinawá/ hãtxa kui, 2007
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Costumes e Tradições do Povo Yawanawá
Costumes e Tradições aborda fatos e acontecimentos do povo Yawa, surgimento e fortalecimento das artes, dos rituais, dos mitos, das lendas, da pajelança, uso das plantes medicinais, cantos sagrados, caçadas e pescarias tradicionais. As informações foram obtidas através de depoimentos e entrevistas com os velhos sábios e conhecedores da cultura e da história do povo Yawanawá, também de outros grupos étnicos que formam as comunidades da terra indígena.
180 páginas, publicação em língua portuguesa, 2007
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Ui Bena
Este é mais um livro do “Programa de Formação de Agente Agroflorestal Indígena” desenvolvido pela Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Ac). Diferentemente dos anteriores, Hanu Miyui Xarabu Tsamia está voltado especificamente para o povo Huni Kui, ou seja, para o povo Kaxinawá, como são popularmente conhecidos. Neste livro é tratado especificamente de tema relacionado à criação de animais silvestres: os quelônios.
120 páginas, publicação em língua indígena kaxinawá/ hãtxa kui, 2006
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Doenças e curas do povo Huni Kui
Este livro é resultado de uma pesquisa iniciada pelo professor Edson Ixã Kaxinawá, em 1996, sobre os saberes e curas das plantas medicinais, na Terra Indígena Kaxinawá do rio Jordão, município do Jordão, Acre. Percebendo que entre seu povo, poucos velhos mantinham esse conhecimento, com sua pesquisa, ele busca dar continuidade a esse saber. A partir de conversas e entrevistas com os mais velhos kaxinawá, as informações foram sendo organizadas, de acordo com a doença e o nome da espécie de planta que cura, bem como as dietas das mulheres e dos homens, das crianças e adultos, e os cuidados quando a criança ainda está na barriga da mãe.
116 páginas, publicação em língua indígena kaxinawá/ kui, 2006 |
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Aprendendo português nas escolas da floresta
O texto e as atividades incluídos neste material didático de pós-alfabetização foram elaborados, em 1993, pelos professores-índios do Projeto de Autoria da CPI/AC, durante seu 12º Curso de Formação Pedagógica. A primeira parte deste material se destina a crianças e jovens que desejam ou têm que interagir com o “branco” em suas aldeias. A segunda parte visa atender as necessidades comunicativas de jovens e adultos de um modo geral mais influentes na língua-alvo, que precisam se expor a situações de contato com os “brancos” nas cidades.
80 páginas, publicação em língua portuguesa, 1997 |
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Shenipabu Miyui – História dos Antigos
Shenibapu Miyui (História dos Antigos) resulta de um estudo minucioso realizado por um grupo de jovens professores kaxinawá sobre parte da memória oral de seu povo, autodenominado Huni Kui, Gente Verdadeira, destinado à construção do recente currículo bilíngue das suas escolas indígenas. Foi gravado, transcrito e escrito por eles mesmos, ao longo de sete anos, em Hãtxa Kui, sua Língua Verdadeira, e em sua segunda língua, o português, após pesquisa de campo em Terras Kaxinawá da Amazônia brasileira e peruana, junto aos parentes mais velhos, mestres da tradição.
164 páginas, publicação em língua indígena kaxinawá/ hãtxa kui |
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Índios no Acre – História e Organização
Nesse trabalho, os professores indígenas do Acre, juntamente com seus alunos e assessores, procuram refletir sobre o conceito de História, sua importância para os povos indígenas, os processos de pesquisa e de construção do conhecimento histórico, o atual interesse pelo registro da história, antes narrada e transmitida oralmente, as várias interpretações e versões da história, o trabalho com a história em sala de aula, as relações entre a reflexão histórica e a valorização e o fortalecimento das identidades indígenas, e a contribuição dos povos indígenas para uma nova história regional e nacional.
242 páginas, publicação em língua portuguesa, 2002 |
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Caderno de reflexão do professor indígena
Neste livro são reunidos vários registros de reflexões e informações dos professores formados pelo Programa de Educação <Uma Experiência de Autoria>. São registros que foram escritos em diários de classe, em cadernos de cursos, em folhas soltas de papel, e gravados em reuniões comunitárias, ou da OPIAC, em conversas informais e entrevistas.
114 páginas, publicação em língua portuguesa, 2005 |
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Hinkaklu - MTA
Organizado, escrito e desenhado pelos professores Jaime Lhullu e Antonio Gerônimo Manchineri, durante seus estudos independentes nas aldeias e nos cursos de formação do Projeto “Uma Experiência de Autoria”, livro apresenta diversas histórias reais e alguns mitos Manchineri. As histórias são fruto de um trabalho juntamente de a duas antigas mulheres Manchineri, Holata (Dona Joana) e Xona (Dona Francisca). Todos os textos são ilustrados pelos autores do livro, tendo como referência as histórias contadas.
60 páginas, publicação em língua indígena manchineri, 2001 |
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Chegou o tempo de plantar as frutas
O livro foi escrito e ilustrado por agentes agroflorestais durante seu curso de formação, quando refletiram, através de textos e desenhos, a interrelação entre o homem e a natureza, especialmente pensando o lugar das árvores frutíferas nativas e exóticas, na cultura de cada grupo e no desenvolvimento do ecossistema. Registraram também fundamentos e técnicas relacionadas à experiência de construção de viveiros de produção de mudas, sementeiras, cercas vivas, abertura de berços, plantio de árvores e seu manejo.
108 páginas, publicação em língua portuguesa, 2000 |
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A arte do kene
O catálogo reúne algumas informações importantes sobre a arte gráfica tradicional do kene entre os Huni Kui: sua origem, quem faz e como é feito, as grandes mestras, a variedade de seus padrões gráficos e seus significados, os rituais de iniciação e os processos de confecção de alguns objetos com esta arte. São informações levantadas pelo pesquisador Agostinho Muru e professores/pesquisadores indígenas das Terras Indígenas Kaxinawá dos rios Breu e Jordão.
40 páginas, publicação em língua portuguesa |
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Historinhas Indígenas da Floresta
“Historinhas Indígenas da Floresta” é mais um livro didático criado pelos professores indígenas durante atividades de formação em magistério visando atender às necessidades dos alunos das suas escolas. O livro apoia o aprimoramento de competências linguístico-cognitivas gerais, promovendo o desenvolvimento da capacidade de compreensão e expressão de variados tipos de textos orais e escritos produzidos em línguas indígenas e em língua portuguesa.
84 páginas, publicação em língua portuguesa, 2001 |
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Nuku Mimawa Xarabu
O livro de músicas Kaxinawá, já em sua segunda edição, revisada e atualizada, foi o trabalho de alguns professores kaxinawa interessados em registrar sua cultura no momento em que a língua Hãtxa Kui passou a ser escrita. Joaquim Maná e Isaías Ibã - fizeram algumas gravações musicais com os velhos Romão Sales Tui -, Augusto Feitosa, Leôncio Salomão e Hemídio Peres, transcreveram em sua língua, selecionaram imagens e organizaram o livro de forma a transmitir esses cantos às novas gerações.
64 páginas, publicação em língua indígena kaxinawá/ hãtxa kui , 2002 |
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Caderno de pesquisa
Este material didático recolhe os trabalhos de alguns agentes agroflorestais em atividades de levantamento e sistematização dos recursos naturais para a pesquisa da área de Ecologia Indígena, durante curso de formaçãos no ano de 1998. É uma proposta de trabalho para incentivar, entre os estudantes da floresta a observação e pesquisa sobre as trasnformações do meio ambiente como uma das importantes aprendizagens nos novos tempos de estudo das comunidades indígenas.
62 páginas, publicação em língua portuguesa, 2000 |
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Atlas geográfico indígena do Acre
O Atlas apresenta parte de uma nova história da ocupação do espaço geográfico amazônicos pelas sociedades indígenas brasileiras. Sempre representados como parte do passado pelos autores de livros didáticos nacionais, os índios doAcre são aqui os narradores de sua própria história num tempo e espaço renovadamente presentes. Todos os textos e desenhos que compõem o material foram criados por professores em atividades didáticas nos cursos de formação na área de estudo da geografia indígena, integrante de seu currículo de magistério.
64 páginas, publicação em língua portuguesa, 1996 |
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Discutindo problemas, pensando soluções – Português para as Escolas da Floresta II
O livro reúne um conjunto de textos e exercícios voltados à aquisição e ao desenvolvimento da língua portuguesa oral e escrita, tendo como conteúdoalguns temas que pertencem ao universo de interesses dos alunos e professores indígenas do Acre. Os textos e atividades didáticas incluídos neste material foram elaborados pelos professores indígenas que participam do programa de educação da Comissão Pró-índio do Acre na área de estudo das Líbguas Indígenas e do Português.
194 páginas, publicação em língua portuguesa, 2007 |
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Nuku Kenu Xarabu
O livro, organizado pela assessora da CPI/AC Maria Djacira Maia, dá continuidade à pesquisa da arte gráfica kaxinawá apresentando as diversas formas de usos do kene e os seus variados tipos . Ele traz também as histórias de origem desses desenhos, os registros visuais dos processos de feitura dos objetos da cultura material com kene dos Huni Kui. Está dividido em três capitulos: no capítulo I, é apresentada a história de origem do algodão e de como o povo Huni Kui aprendeu os diferentes kene e seus segredos. O capítulo II trata do uso e tipos de kene utilizados na pintura corporal, classificada por gênero e idade, e as músicas a elas associadas. No Capítulo III, são apresentadas as imagens, os nomes e classificação dos kene.
78 páginas, publicação em língua indígena kaxinawá/ hãtxa kui, 2008
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Cronistas em viagem e educação indígena
Do acervo da Comissão Pró-Índio do Acre, Nietta Lindenberg Monte resgata e analisa documentação inédita: uma centena de relatórios de viagem às escolas indígenas, escritos nas últimas três décadas por assessores do programa de formação de professores indígenas <Uma Experiência de Autoria>. O livro inspira conhecimentos importantes no campo da educação e do indigenismo alternativo, tecendo a indissociável mescla entre a ação e a reflexão educacional, ambiental e política.
Editora Autêntica - 236 páginas, publicação em língua portuguesa, 2008 |
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Novos frutos das escolas da floresta
Em sintonia com pesquisas em educação voltadas às práticas reflexivas de diversos tipos de profissionais em formação, Nietta Lindenberg Monte analisa diários de trabalho de professores e agentes agroflorestais indígenas do Acre. Apresenta, para isso, alguns dados históricos extraídos da história da autora como coordenadora e assessora do programa de formação de professores indígenas e dos agentes agloflorestais do Acre.
98 páginas, publicação em língua portuguesa, 2003 |
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